Milão: do clássico ao contemporâneo, do simples ao requintado
por Ana Claudia Bisogno Bervian em 20 de abril de 2011
Antenada com as novidades do setor, a Evviva de Lajeado fala hoje sobre a feira de Milão. Entre 12 e 17 de abril, foi realizado o Salão Internacional do Móvel de Milão (Salone del Mobile 2011), que este ano celebra 50 anos, conhecido internacionalmente como o evento mais importante do design mundial. A feira reúne o que existe de mais moderno e inovador no design de móveis para qualquer ambiente, além de outras tendências na área de decoração. “Com 50 anos e jovem!” Este foi o slogan do mais importante evento de design do mundo, que durante uma semana apresentou as novidades do setor e atraiu profissionais e estudantes de todas as nacionalidades.
Isso reforça a relevância de um evento que muitos desconhecem, mas que é fundamental para definir os estilos de móveis que estarão dentro das casas, bares, restaurantes e escritórios do mundo inteiro. Se há 50 anos o Salão do Móvel tinha como objetivo principal apresentar ao setor as fábricas e marcas italianas, hoje em dia, dita as tendências mundiais para um mercado cada vez mais aquecido. Nesta edição, foi possível apreciar desde os mais clássicos e imponentes objetos, até os mais simples e modernos. Aqui o design ganha uma perspectiva muito maior, deixando de ser visto somente como glamoroso e conceitual e passando a ser avaliado a partir de um olhar que procura a harmonia em cada ambiente.
Torna-se nítida a importância da escolha correta das formas, móveis, acessórios, cores e estilos para deixar um local atraente e aconchegante. Desta vez, as questões mais abordadas foram sustentabilidade, com o uso de materiais recicláveis para a criação dos objetos, e otimização dos espaços residenciais, com a exposição de móveis com dupla utilidade, expansíveis ou que após seu uso possam ser guardados ou adaptados discretamente à mobília da casa, aumentando desse modo o espaço do ambiente.
Também ganharam força em 2011 os trabalhos artesanais tecnológicos, em que as peças parecem ser feitas manualmente, quando na realidade são produzidas com técnicas contemporâneas.
Além disso, a modernidade e a liberdade de criação abriram espaço para que o design pudesse fugir do estilo altamente clássico e trazer o aspecto do desgaste e da imperfeição para a atualidade, provocando assim uma aparente desconstrução.
1 comentário para "Milão: do clássico ao contemporâneo, do simples ao requintado"
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Zaiyah / Comentado em 9 de julho de 2011
Okay I’m covnicned. Let’s put it to action.
